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Investimentos em infraestrutura apoiam algum animo para 2017 30.01.2017

Investidores estao cautelosos porque cenario politico trava reformas, inercia da inflacao surpreende e volume de exportacoes nao reage a baixa do mercado interno

Fonte: DCI

O ano de 2017 pode enfrentar dificuldades para a retomada, ainda que timida, da economia. O caminho pode ter solavancos porque as reformas propostas pelo governo transitam entre palacio do Planalto e o Congresso em um ambiente de sucessivas denuncias e crises politicas. Para especialistas, alguns setores, impulsionados por programas de incentivo a infraestrutura, recuperacao de commodities e leiloes de areas de petroleo e gas, devem levar vantagem neste lento processo de recuperacao da economia.

Por mais antagonico que possa parecer, tambem podem surgir oportunidades por conta do alto endividamento na administracao publica. Afinal, prefeituras, estados e Uniao terao de abrir mao de parte de seus ativos para fazer caixa e pagar dividas, acelerando concessoes, privatizacoes e Parcerias Publico-Privadas (PPP).

Este cenario de oportunidades muito pontuais foi identificado em uma pesquisa da Deloitte junto a 746 empresas com faturamento esperado de R$ 1,739 trilhao neste ano. Cerca de 84% dos entrevistados disseram que vao manter ou contratar. “A economia mergulhou nos ultimos dois anos. Alguma recuperacao se tornou necessaria para a manutencao da propria atividade economica”, explica Othon Almeida, socio da Delloite. Mas o executivo lembra que sem as reformas economicas e o ajuste fiscal o cenario apontado pela pesquisa pode ser mais conservador. “O ambiente ainda esta fragil. Os investidores precisam ver as coisas acontecerem”, diz.

Os investimentos em infraestrutura devem ter destaque na recuperacao. O Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), pilotado por Moreira Franco (PMDB), alterou por meio do Projeto Crescer as regras de concessao com o objetivo de atrair novos investimentos em projetos de infraestrutura e de desestatizacao. Entre os negocios que devem passar para a iniciativa privada estao os aeroportos de Salvador e de Porto Alegre.

Com os investimentos, analisa Almeida, a tendencia e que a geracao de empregos seja destravada aos poucos, o que pode levar a uma melhora nos setores de bens de consumo e de alimentos. Tudo isso, e claro, depende em especial da reducao da taxa de juros e da oferta de credito, tanto para o consumidor quanto para as empresas.

Para o setor da construcao civil, a retomada deve ocorrer pelos projetos de infraestrutura ligados a concessoes. “Nao vamos decolar no curto prazo, mas existe a perspectiva de o setor experimentar crescimento timido em 2017. Ainda falta clareza sobre a melhora da economia real”, analisa o vice-presidente administrativo da Camara Brasileira da Industria da Construcao (CBIC), Cleber Valadao.

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